quarta-feira, 28 de outubro de 2009

HISTÓRIA É...


Pequenos documentários e ficções são os primeiros gêneros do cinema. A linguagem cinematográfica se desenvolve, criando estruturas narrativas. Na França, na primeira década do século XX, são filmadas peças de teatro, com grandes nomes do palco, como Sarah Bernhardt. Em 1913 surgem, com Max Linder – que mais tarde inspiraria Chaplin –, o primeiro tipo cômico e, com o Fantômas, de Louis Feuillade, o primeiro seriado policial. A produção de comédias se intensifica nos Estados Unidos e chega à Inglaterra e Rússia. Na Itália, Giovanni Pastrone realiza superproduções épicas e históricas, como Cabíria, de 1914.





DOCUMENTÁRIO - Em 1896 os Lumière equipam alguns fotógrafos com aparelhos cinematográficos e os enviam para vários países, com a incumbência de trazer novas imagens e também exibir as que levam de Paris. Os caçadores de imagens, como são chamados, colocam suas câmeras fixas num determinado lugar e registram o que está na frente. A Inglaterra, O México, Veneza, A cidade dos Doges passam a integrar o repertório dos Lumière. Coroação do Czar Nicolau II, filmado em Moscou, é considerado a primeira reportagem cinematográfica.





FICÇÃO - Os rudimentos da narração e da montagem artística são desenvolvidos pelo americano Edwin Porter, em 1902, em Vida de um bombeiro americano, e consolidados, um ano mais tarde, com O grande roubo do trem, o primeiro grande clássico do cinema americano. O filme inaugura o western e marca o começo da indústria cinematográfica. Despontam, então, dois grandes nomes dos primórdios do cinema: Georges Méliès e David Griffith.

OS PRIMEIROS FILMES:


História do Cinema: 1830 – 1899
Da descoberta da fotografia às imagens em movimento

O cinema mais não é do que uma ilusão óptica, em que um conjunto de fotografias, cada uma ligeiramente diferente da anterior e projectadas num ecrã de uma forma rápida, é interpretado pela mente humana como movimento contínuo. Este fenómeno, designado por persistência da visão, foi uma das invenções e descobertas cientificas ocorridas ao longo do século XIX que possibilitaram o nascimento do cinema. Outra inovação importante foi a fotografia, que se tornou comercialmente viável em 1839, quando Louis Daguerre desenvolveu um método que permitiu a impressão de fotografias em chapas de metal. Enquanto o método de Daguerre permitia a captura de sucessivas imagens de pessoas ou objectos em movimento, o zoopraxiscope, de Eadweard Muybridge, permitia a projecção num ecrã, e de uma forma rápida, de imagens imprensas num vidro rotativo, dando assim a ilusão de movimento. Outro avanço técnologico importante foi a descoberta da electricidade e das lâmpadas incadescentes, que mais tarde viriam a ser incorporadas nos projectores. Em 1869, John Wesley inventa o celuloide, que servirá, anos depois, como a base da película cinematógrafica.

Muito embora todos estes avanços, o nascimento do cinema não foi imediato e foi necessário o espírito criativo de Thomas Edison, nos EUA, e dos irmãos Lumière, em França, para que a sétima arte visse a luz do dia. Edison, ao aperceber-se que as imagens em movimento poderiam atrair muita gente, desenvolveu o Kinetoscope, uma caixa de madeira que funcionava à base de moedas e que permitia a uma pessoa assistir a um pequeno filme. Edison Kinetoscopic Record of a Sneeze (gravação de um espirro) foi o primeiro filme a ser registado em Janeiro de 1894 e em Abril desse ano, Nova Iorque assiste à estreia do primeiro salão Kinetoscope.

No ouro lado do Atlântico, os irmãos Lumiere tomam conhecimento da invenção de Edison e interessam-se pelas imagens em movimento, inventando o Cinematógrafo, um aparelho que permitia a projecção de filmes num ecrã. A 28 de Dezembro de 1895, no Salon Indien du Grand Café em Paris, os Lumiere efectuam a primeira projecção pública de filmes e o cinema, tal como o conhecemos, nasceu. Do programa desse dia constaram, entre outros, os filmes La Sortie des Usines Lumière (que mostra operários a sairem da fábrica dos irmãos Lumière) e L’Arroseur Arrosé, o primeiro filme de ficção da história do cinema.

Thomas Edison não se fica atrás e adquire o seu próprio sistema de projecção, o Vitascope, e inicia a projecção de filmes em 1896. No final da década outras empresas surgem no mercado, entre elas a Biograph e a Vitagraph, e no meio de sucessivos processos judiciais por causa de patentes, o cinema começa a ganhar público entre as classes trabalhadoras.

» 1831
- Os fisicos Michael Faraday (britanico) e Joseph Henry (americano) descobrem o principio da indução electromagnética, que permitirá, no final da década, à descoberta da energia eléctrica.

» 1839
- O inventor francês Louis Daguerre desenvolve o Daguerreotype, o primeiro método comercial para produzir fotografias.

» 1841
- O inventor britânico William Fox Talbot patenteia o calotype, processo para imprimir negativos fotográficos em papel.

» 1869
- John Wesley Hyatt inventa o celuloide, o primeiro plástico comerciavel, que mais tarde servirá de base à película cinematográfica.

» 1879
- O americano Thomas Edison regista a primeira lâmpada incandescente, que será parte importante dos projectores cinematográficos.

» 1887
- Na Alemanha, Ottomar Anschutz demonstra o Electro-Tachyscope, que consiste numa sequência de fotografias colocadas numa roda e visualizadas através de um pequeno orifício, produzindo movimento.

» 1889
- O americano George Eastman inventa o filme de celuloide perfurado.

- Thomas Edison desenvolve o Kinetophonograph que permite sincronizar a projecção de um filme com uma gravação fonográfica.
» 1891
- Thomas Edison inventa o Kinetograph, o primeiro sistema cinematográfico, e o Kinetoscope, uma caixa que permitia ver filmes.

» 1892
- O francês Émile Renauld demonstra o Praxinoscope, que permite projectar pequenas animações desenhadas à mão, num ecrã.

» 1893
- Thomas Edison constrói o primeiro estúdio de cinema (Black Maria) em New Jersey.

- Tem lugar em Nova Iorque a primeira exibição pública do Kinetoscope.

» 1894
- Thomas Edison inicia a actividade comercial do Kinetoscope em Nova Iorque.

- Robert W. Paul, um cientista de Londres, descobre que Edison não tinha registado o Kinetoscope na Inglaterra e começa a aperfeiço-á-lo; os melhoramentos incluem um sistema que torna as imagens menos distorcidas e a sua projecção num ecrã.

- Em Berlim, Ottomar Anschutz faz a demonstração de um sistema de projecção.

» 1895
- Os irmãos Lumière efectuam a primeira exibição pública de filmes, a 28 de Dezembro, data considerada como a do nascimento do cinema.

- Os americanos Thomas Woodville e Charles Jenkins desenvolvem o Phantascope, um sistema de projecção mais desenvolvido.

- Em Inglaterra, Robert W. Paul e o fotografo Birt Acres colaboram na construção de uma câmara de filmar; Acres começa a filmar eventos desportivos.

- Na Alemanha, Max Skladanowsky regista o seu projector Bioskop e faz uma projecção pública em Berlim.

» 1896
- Thomas Edison adquire os direitos do Phantascope (passando-se a chamar Vitascope) e inicia projecções públicas em Nova Iorque.

- As empresas Biograph e Vitagraph iniciam operações, tornando-se nas principais rivais da Edison Company.

- Em Inglaterra, Birt Acres faz a demonstração da projecção de filmes e funda a Northern Photographic Works.

- Robert W. Paul dá a conhecer o seu método de projecção de filmes e meses depois realiza o primeiro filme de ficção inglês, The Soldier’s Courtship.

- Peter Elfelt realiza o primeiro filme Dinamarques.

- O espectáculo dos Irmãos Lumiere abre na Índia.

- A primeira exibição cinematográfica em Espanha ocorre em Madrid perante uma audiência constituída principalmente por colegiais.

» 1897
- A Vitagraph estreia o seu primeiro filme de ficção The Burglar on the Roof.

- Fructuoso Gelabert realiza o primeiro filme de ficção espanhol, Rina en un Café.

» 1898
- Até meados da década seguinte, em vez de alugarem, as empresas cinematográficas vendem os filmes e o equipamento de projecção às empresas exibidoras.

- Os imigrantes e as classes trabalhadoras constituem o grande público cinematográfico.

» 1899
- Cecil Hepworth produz os seus primeiros filmes.

- O Japão produz os seus primeiros filmes.

- Robert W. Paul inaugura um dos primeiros estúdios inglêses no norte de Londres.

- Auguste Baron trabalha no seu sistema sonoro, mas não encontra grande receptividade.

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2002-2009 © Rui Chambel

terça-feira, 27 de outubro de 2009

PARE E PENSE QUE VOCÊ SERIA UM HOMEM DAS CAVERNAS!?


Pré-História
As fases da Pré-História, cultura e arte pré-histórica, Paleolítico ( Idade da Pedra Lascada ), Mesolítico, Neolítico (Idade da Pedra Polida), a vida dos homens das cavernas, nômades e sedentários, origem da agricultura, arte rupestre, resumo


Arte Rupestre: pintura em paredes de cavernas


Introdução
Podemos definir a pré-história como um período anterior ao aparecimento da escrita. Portanto, esse período é anterior há 4000 a.C, pois foi por volta deste ano que os sumérios desenvolveram a escrita cuneiforme.

Foi uma importante fase, pois o homem conseguiu vencer as barreiras impostas pela natureza e prosseguir com o desenvolvimento da humanidade na Terra. O ser humano foi desenvolvendo, aos poucos, soluções práticas para os problemas da vida. Com isso, inventando objetos e soluções a partir das necessidades. Ao mesmo tempo foi desenvolvendo uma cultura muito importante. Esse período pode ser dividido em três fases: Paleolítico, Mesolítico e Neolítico.

Paleolítico ou Idade da Pedra Lascada

Nesta época, o ser humano habitava cavernas, muitas vezes tendo que disputar este tipo de habitação com animais selvagens. Quando acabavam os alimentos da região em que habitavam, as famílias tinham que migrar para uma outra região. Desta forma, o ser humano tinha uma vida nômade (sem habitação fixa). Vivia da caça de animais de pequeno, médio e grande porte, da pesca e da coleta de frutos e raízes. Usavam instrumentos e ferramentas feitos a partir de pedaços de ossos e pedras. Os bens de produção eram de uso e propriedade coletivas.

Paleolítico: Machado de madeira e pedra (reprodução)

Nesta fase, os seres humanos se comunicavam com uma linguagem pouco desenvolvida, baseada em pouca quantidade de sons, sem a elaboração de palavras. Uma das formas de comunicação eram as pinturas rupestres. Através deste tipo de arte, o homem trocava idéias e demonstrava sentimentos e preocupações cotidianas.

Mesolítico

Neste período intermediário, o homem conseguiu dar grandes passos rumo ao desenvolvimento e à sobrevivência de forma mais segura. O domínio do fogo foi o maior exemplo disto. Com o fogo, o ser humano pôde espantar os animais, cozinhar a carne e outros alimentos, iluminar sua habitação além de conseguir calor nos momentos de frio intenso. Outros dois grandes avanços foram o desenvolvimento da agricultura e a domesticação dos animais. Cultivando a terra e criando animais, o homem conseguiu diminuir sua dependência com relação a natureza. Com esses avanços, foi possível a sedentarização, pois a habitação fixa tornou-se uma necessidade.

Neste período ocorreu também a divisão do trabalho por sexo dentro das comunidades. Enquanto o homem ficou responsável pela proteção e sustento das famílias, a mulher ficou encarregada de criar os filhos e cuidar da habitação.

Neolítico ou Idade da Pedra Polida

Nesta época o homem atingiu um importante grau de desenvolvimento e estabilidade. Com a sedentarização, a criação de animais e a agricultura em pleno desenvolvimento, as comunidades puderam trilhar novos caminhos. Um avanço importante foi o desenvolvimento da metalurgia. Criando objetos de metais, tais como, lanças, ferramentas e machados, os homens puderam caçar melhor e produzir com mais qualidade e rapidez. A produção de excedentes agrícolas e sua armazenagem, garantiam o alimento necessário para os momentos de seca ou inundações. Com mais alimentos, as comunidades foram crescendo e logo surgiu a necessidade de trocas com outras comunidades. Foi nesta época que ocorreu um intenso intercâmbio entre vilas e pequenas cidades. A divisão de trabalho, dentro destas comunidades, aumentou ainda mais, dando origem ao trabalhador especializado.

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Veja também:

Arte Rupestre

Paleolítico

Neolítico

Mesolítico

QUER CONHECER O EGITO, OS GRANDES IMPÉRIOS...EMFIM TUDO, ASSISTA FILMES, É UM BOM COMEÇO.


CLEÓPATRA, SUA VERDADEIRA HISTÓRIA








SUA ORIGEM

Sobre Cleópatra VII muito pouco se sabe e o que chegou até nós foi porque cruzou o caminho dos governantes romanos como Júlio Cesar, Marco Antonio e Otávio Augusto.

Sua família, de origem grega, havia se estabelecido no Egito através de sua conquista por parte do macedônio Alexandre Magno. No ano de 323 a. C. Ptolomeu Lagos já havia instaurado sua própria dinastia na terra dos faraós, fazendo de Alexandria a mais importante cidade da época. Foi através do historiador grego Plutarco que se soube a data de nascimento de Cleópatra. O autor fala no obra "Vida de Antonio" que a rainha do Egito havia morrido aos 39 anos. Sabendo-se que se suicidou em 12 de agosto do ano de 30 a.C., então ela nasceu no ano 69 a.C.

Cleópatra era filha de Ptolomeu XII, apelidado Auletes (tocador de flauta) e de Cleopatra VI Trifena, provavelmente irmã de seu marido. Não há confirmação de que Cleópatra seja filha da irmã-esposa de Ptolomeu XII e, inclusive cogita-se a idéia de que ela seria uma filha bastarda. Sua irmã mais velha chamava-se Berenice IV e a mais nova, Arsinoe. Como irmãos teve: Ptolomeu XIII e Ptolomeu XVI, com quem, de acordo com o costume egípcio, iria contrair matrimônio para tornar-se rainha.



SUA EDUCAÇÃO



Segundo Plutarco, Cleópatra dominava o arameo, o hebreu, o árabe, o etíope, o latim, etc., num total de 9 línguas. Sua primorosa educação, lhe proporcionaria a bagagem intelectual para, tempo depois, pudesse manipular personagens importantes da sua época com o único objetivo de manter o Egito como um estado independente.

Cleópatra podia tirar proveito do dia a dia da corte, observando as decisões políticas de seu pai, de origem bastarda, que chegou ao trono por não existir herdeiro direto. Mas, sua situação sempre foi marcada pelo temor de perder seu trono e isso o motivou a procurar apoio estrangeiro, que pode encontrar unicamente em Roma. Mediante o pagamento de inúmeras dádivas, Ptolomeu XII conseguiu ter o povo romano como amigo e aliado. Porém, sua má política interna e externa, fez com que perdesse a ilha de Chipre, tradicionalmente egípcia, motivando revolta entre os seus súditos e foi obrigado a abandonar Alexandria no ano 58 a.C.

Sem outro jeito, deixou o poder nas mãos de sua filha Berenice. Exilado e refugiado em Éfeso, dois anos mais tarde com a força das armas e a ajuda do governo romano da Síria permitiram que recuperasse o trono. Como sua filha Berenice reagiu e não quis lhe devolver o poder, mandou executá-la. Desse modo, Cleópatra alcança a primeira posição na linha sucessória.

Quando ficou muito doente, Ptolomeu XII tentou estabelecer uma monarquia colegiada entre seus filhos. Mas, ao morrer, no ano 51 a.C., é Cleópatra que sobe ao trono com apenas 17 anos de idade. Se casou com seu irmão Ptolomeu XIII que contava com 10 anos de idade, já que uma das normas da dinastia ptolomaica regia de que a rainha deveria ser casada.

Ptolomeu XIII, instigado por seus conselheiros, já aspirava matar a irmã-esposa para ficar com o trono do Egito. Há notícias de que no final de 49 a.C. Ptolomeu XIII havia sido declarado amigo e aliado do povo romano e colocado sob a tutela de Pompeu, já que era menor de idade. Cleópatra ante as circunstâncias, declarou guerra ao irmão e teve de fugir para a Síria, onde reuniu um exército para combater o irmão. Pouco depois, no verão do ano 48 a.C. pode organizar-se militarmente com seus fiéis partidários na cidade de Pelúsio.

Júlio César havia conseguido derrotar Pompeu em Farsália em junho de 48 a.C., porém esse pode escapar da morte fugindo para o Egito em busca de refúgio junto a Ptolomeu XIII, de quem havia sido nominalmente tutor. Entretanto, acabou assassinado. César chegou à Alexandria logo após esse crime e logo fica sabendo do enfrentamento entre os irmãos Ptolomeu XIII, governando em Alexandria e Cleópatra, acampada em Pelúsio.

Ptolomeu XIII morreu afogado no Nilo no ano de 47 a.C.



CLEÓPATRA E JÚLIO CESAR

Segundo conta a lenda, para conquistar César, ela se enrolou em um tapete, que o fez chegar até ele como presente. Quando ela saiu lá de dentro, o romano de 54 anos ficou maravilhado ante ao atrativo físico e a graça de uma jovem que só tinha 21 anos. No entanto, tudo não foi tão fácil para Cleópatra, pois Júlio César impôs a reconciliação entre os irmãos.

A tal reconciliação foi algo fictício, pois Ptolomeu XIII sempre havia desejado expulsar de Alexandria César. Durante quatro meses os exércitos greco-egípcios e romano se confrontaram em uma série de escaramuças, uma das quais finalizou com a queima da frota egípcia no porto alexandrino. As chamas também alcançaram os moles e edificações próximas, entre elas, a famosa Biblioteca de Alexandria, construída por Ptolomeu. Durante essas batalhas, acredita-se que Ptolomeu XIII morreu afogado no rio Nilo comandando sua frota. Em 15 de janeiro do ano 47 a.C. César controlava o Egito.

Morto Ptolomeu XIII, no estrito cumprimento do testamento depositado em Roma, César entregou o poder a Ptolomeu XIV, que só tinha 6 anos, obrigando a Cleópatra, que já era amante do romano, a casar-se com seu irmão e formar um novo casal real.



Apesar de César estar muito envolvido com Cleópatra, decide voltar a Roma, mas a deixa grávida de um filho seu. Em 27 de junho de 47 a. C., nasceu Ptomoleu César, que o povo egípcio chamou de Cesarión.

No ano seguinte, com seu marido e filho parte para Roma, onde é recebida como uma rainha por César, mas para o povo romano ela não era mais do que sua amante. Esta viagem, independente de outros valores, nos revela o interesse por conhecer os costumes romanos e inclusive o desejo de uma oriental por ocidentalizar-se. Cleópatra permaneceu um ano e meio em Roma, em uma cidade que não podia se comparar com a bela Alexandria. A rainha estava protegida por César, mas tinha a esperança de alcançar uma união legal, o que nunca aconteceu.

César, nunca se importou com o povo, que não gostava da egípcia e construiu em sua honra uma estátua de ouro no templo de Vênus. Porém, o descontentamento era tal, que em 15 de março de 44 a.C., Júlio César foi assassinado durante uma reunião do Senado romano.

A morte de César, truncou os planos, mais políticos que pessoais de Cleópatra. Não só o assassinato, mas também o conhecimento do testamento de César, em que tornara seu único herdeiro Otávio, filho de uma sobrinha-neta por parte de sua irmã, fizeram a compreender que momentaneamente deveria renunciar ao seu sonho. Sua vida e de seu filho corriam perigo e logo retornou ao Egito, esperando o desenrolar de novos acontecimentos.



CLEÓPATRA E MARCO ANTÔNIO

Cleópatra, de volta ao Egito, sabia que ela não poderia manter a unidade de seu reino contra a invasão dos romanos e que seria necessária uma outra aliança para que não fosse atacada. Decidiu então conquistar Marco Antônio, outro membro do Triunvirato que governava a República Romana. Contam que para conquistá-lo, preparou uma grande festa em sua honra, onde não faltaram presentes, belas mulheres e onde se utilizou de todos os seus encantos para seduzi-lo. Marco Antônio não pode resistir à Cleópatra e durante um ano viveram em festa permanente. A rainha ficou grávida de gêmeos, mas o romano não pode vê-los nascer, pois no começo do ano 40 a.C., teve que retornar à Roma, pois Fúlvia, sua esposa, participava de uma conspiração contra Otávio. No final do ano sua esposa morreu e firmou um acordo de paz com Otávio e em sinal de amizade, se casou com a irmã deste, Otávia.

Cleópatra seguiu reinando o Egito. Quatro anos depois Marco Antonio regressou e tiveram seu terceiro filho, Ptolomeu Filadelfo. Durante algum tempo, Marco Antônio não obteve êxito em suas conquistas, perdendo muitos soldados e terras, até que finalmente invadiu a Armênia e regressou triunfante à Alexandria. Cleópatra foi coroada "Rainha dos reis" e todos seus filhos receberam títulos reais.

Cesários, com 13 anos, foi proclamado "Rei dos reis"; Alejandro Helios, de 6 anos, foi nomeado rei da Armênia; Cleópatra Selena, Rainha de Cirenaica e Creta, também com 6 anos; Ptolomeu Filadelfo, com só 2 anos, rei da Ásia Menor.

Marco Antônio e Cleópatra eram fortes aliados e tinham grandes ambições. Recuperaram alguns territórios que a família da rainha havia controlado no passado. Porém Otávio sabendo da ambição de ambos, informou ao Senado romano que Marco Antônio era um traidor. Também tinha tomado o divórcio de Marco Antônio com sua irmã uma ofensa.



O FIM DE CLEÓPATRA

No final de 32 a.C., Otávio declarou guerra à Cleópatra e ao Egito. Marco Antônio atuou na guerra como aliado de Cleópatra contra Roma. Chegaram à Grécia temendo um ataque que levara a perder esse território. O que realmente aconteceu é que os soldados romanos foram vencendo o exército de Marco Antônio, capturando seus fortes e afundando seus barcos.

Pouco a pouco a situação foi piorando, e desesperados, Antônio e Cleópatra decidiram atravessar o cerco romano. Foram derrotados na famosa batalha de Accio (Actium), enquanto Cleópatra conseguiu fugir com sua frota regressando à Alexandria, onde entrou triunfante como se tivesse conquistado uma grande vitória, para evitar que seus inimigos no Egito não a deixassem entrar ao saber que havia sido vencida por Otávio.

Marco Antônio estava desiludido com a desonra e decidiu ocultar-se na ilha de Faros, sem querer ver ninguém. Enquanto isso, Cleópatra seguia pensando na forma de continuar seu governo. Otávio já não tinha suficiente ouro para pagar os exércitos, por isso não poderia atacar tão cedo. Porém se sabia que ele voltaria em busca das riquezas do Egito.

Um tempo depois, Marco Antônio saiu de seu retiro e unindo-se a Cleópatra de novo voltaram a realizar festas no palácio.

Um ano depois, receberam a notícia da chegada de Otávio, e Cleópatra temendo sua reação, lhe enviou uma carta oferecendo-lhe o Egito com a condição de que seus filhos governassem. Porém Otávio não respondeu, pois sua idéia era governar sozinho.

Marco Antônio reuniu seu exército para enfrentar Otávio, mas seus soldados desertaram e culpavam Cleópatra, que assustada com a ira do romano se encerrou num mausoléu. Corriam rumores que a rainha egípcia havia se suicidado. Marco Antônio enlouquecido se cravou sua espada, justamente no momento em que o secretário de Cleópatra chegava com a notícia que ela estava viva. Foi levado então até a rainha e morreu em seus braços.

Pouco depois, com a idade de 39 anos, morreu Cleópatra, a última rainha do Egito. Morre a grande mulher e nasce o mito.



O MITO DA MULHER DE PODER



Sem sombra de dúvida, Cleópatra jamais foi esta mulher tão hostilizada pela literatura greco-romana. Ela é, antes de tudo, uma personagem que tem despertado o interesse de um grande número de historiadores e o que sabe-se hoje, é que a imagem fornecida pela literatura antiga está impregnada de conceitos equivocados, nos forçando a encarar Cleópatra como uma governante ambiciosa e uma mulher desprovida de sentimentos que utiliza sua sexualidade para alcançar objetivos maiores. Na realidade, esta rainha nem tinha tantos encantos assim, mas se utilizava de um cérebro masculino, que aspirava pelo poder.

A superioridade do Ocidente frente ao Oriente, somada à oposição do masculino pelo feminino foram os elementos que desencadearam a luta entre Cleópatra e o romano Otávio.

Graças a recentes publicações, nos foi possível conhecer um pouco mais da Rainha Cleópatra. É hoje, de nosso conhecimento, o seu paralelo papel de mãe, sempre preocupada com o futuro de seus filhos. Os alguns episódios da vida desta mulher que nasceu no ano de 69 a.C. e morreu em 30 a.C., nos permite contemplar uma rainha que refletia e calculava detidamente todas as suas decisões, tendo sempre em conta os interesses do seu reino e de seus filhos. A opção pelo suicídio é prova cabal destes fatos.

Cleópatra lutou até o fim para preservar a independência de seu reino e se equivocou ao pensar que poderia derrotar Roma. A sua enorme popularidade não só no Egito, revelam que efetivamente ela havia sido uma extraordinária mulher e uma rainha-regente muito competente. Sua memória foi honrada através dos séculos pelos egípcios, porque eles sempre entenderam as atitudes e comportamento desta mulher que antes de tudo, queria reinar um Estado livre, sem a presença romana.



CLEÓPATRAS ATUAIS



Hoje, mais do que nunca, encontramos mulheres que conseguiram posições executivas, gerenciais e profissionais, com todos os poderes e responsabilidades que isso acarreta. Seus problemas, portanto, são de mulheres importantes e, as soluções que darão a eles serão diferentes das dos homens, porque são intrinsecamente diferente deles. Biologicamente, as mulheres são diferentes em estrutura e potencialidade. Psicologicamente, os valores femininos tendem a ser ordenados de forma diferente, de forma que suas prioridades podem não se alinhar da maneira como os homens fazem. As escolhas das mulheres são estruturadas em grande parte por relacionamentos. Ao contrário, os relacionamentos entre homens tendem a ser estruturados largamente pelas escolhas que fazem.

Parece que os conflitos psíquicos mais profundos surgem quando se vive de uma forma fortemente unilateral, voltado para a identidade ou para o relacionamento. A mulher bem-sucedida no mundo masculino e que também tem conseguido manter um lar com filhos e marido, está começando a entender o preço demasiado caro que lhe é cobrado para estabelecer sua identidade. Tem sido mais difícil para ela do que jamais pensara que fosse, pois teve que fazer tudo o que os homens fazem e mais, porque ainda carrega a responsabilidade primária de cuidar da família.

Esta mulher sofre com a recusa ou impossibilidade de conviver com ela mesma. Acaba oscilando entre o desespero e a culpa: desespero de saber que nunca poderá estar completamente segura em um mundo de valores patriarcais; culpa, porque mesmo que consiga o reconhecimento neste mundo, uma parte muito importante de seu ser, seu Eros, terá que ser sacrificada no processo. A posição de um ego voltado para objetivos da identidade, reconhecimento e poder dá margem a uma sombra, uma contraparte inconsciente inferior que recusa significado e reprime o sentimento. A mulher nesta posição pode facilmente ser dominada pelos valores patriarcais ao seu redor. Ela poderá então, se tornar ausente em relação ao filho ou marido; uma mulher fria e distante. Por dentro, entretanto, ela é um caldeirão de contradições. O lado feminino, que em sua totalidade baseia-se na função maternal, será vista por esta mulher como uma ameaça à sua identidade.E, deste modo, a mulher fica dividida entre estes dois conjuntos opostos, que acredita que a sociedade impõe à ela. Mas será mesmo que a sociedade impôs isso?

Não podemos negar que em grande parte somos condicionados pela sociedade. Nossos condicionamentos começam quando nascemos, quando começamos a perceber as expectativas de nossa mãe e depois do mundo inteiro. Mesmo assim, se pudermos acreditar que somos algo mais do que condicionamento, que viemos para este mundo com padrões arquetípicos impressos, então, diante de tudo que nos é oferecido, teremos alguma escolha quanto aos padrões que vamos ultrapassar, quais aceitar e quais recusar.

Pode uma sociedade livre impor alguma coisa a alguém se a pessoa não concorda tacitamente com isso? Quando se percebe que nos foi ensinado a seguir a multidão sem querer pensar, podemos descobrir que afinal de contas ainda temos alguma escolha.



RITUAL DE ENSAIO PARA A MORTE

Sabemos que a vida neste corpo e nesta terra é curta. À medida que envelhecemos, nos tornamos mais conscientes desse simples fato. A vida acabará em breve. Já não nos sobra muito tempo dela, talvez mais vinte anos, talvez apenas mais dez, talvez haja apenas amanhã. Será que então passaremos esses poucos dias preciosos oscilando para frente e para trás entre a culpa de termos sido insuficientemente amorosas e a vergonha de não termos conseguido tudo que éramos capazes de conseguir? Será que desperdiçaremos esse tempo precioso desejando que fossemos melhores em uma coisa ou em outra?

Acho que o que necessitamos é ensaiar o último ato do nosso drama terreno, que é o unico sobre o qual se tem certeza e para o qual estamos menos preparadas. Estou falando do ato de morrer. Pois vamos então ao nosso ritual.

Escolha um lugar agradável, de preferência ao ar livre ou que você possa observar o céu.

Sente-se com a coluna ereta, se preferir pode deitar-se. Mantenha os olhos fechados e esvazie sua mente. Inicie a respiração abdominal, procure encher completamente a barriga e os pulmões. Inspire pelas narinas e expire o ar pelos lábios entreabertos. Vá aumentando a intensidade respiratória por pelo menos 6 vezes.

Imgine-se agora em seu leito de morte. Sinta a vida escoando-se lentamente. Só há uma coisa para você fazer agora: deixar-se ir. Deixe as tarefas e preocupações deste mundo se esvaírem. Deixe sua própria identidade se esvaziar. Deixe tudo, sua casa, suas posses, seus sentimentos, seus pensamentos. Deixe-se levar. Você começará a se sentir mais leve. Perderá toda a carga pesada que estava levando e flutuará no espaço. Você está saindo de seu corpo, está morrendo. Você perceberá o quanto tudo é temporal quando encara a morte.

Caminhe livremente pelo espaço e tente encontrar a entrada de uma caverna, quando achá-la entre nela. Como se fosse a ponta de um aspirador o buraco negro que a(o) sugará para baixo, deixe-se cair sem medo. Pense que você está deslizando em um escorregador. No fim do túnel haverá uma luz muito forte. Tente ficar em pé e aguarde que alguém virá buscá-la(o). Quando isto acontecer, é importante avisar que você ali se encontra para uma rápida visita.

Peça então para conversar com um Mestre. Quando ele surgir, observe sua aparência, a forma com que surge, os mínimos detalhes. Conserve com o Mestre e peça-lhe o que for necessário para compreender este momento. Entregue-se a esta sensação, registre as imagens e palavras e guarde tudo em seu coração. Se Ele lhe oferecer para dar um passeio, não recuse a oferta, não tenha medo, pois você verá o que lhe for permitido ver e o conhecerá o que necessita conhecer.

Depois despeça-se do Mestre, faça-lhe uma reverência e agradeça o contato. Retorne então à saída da caverna. Agora, você será puxada(o) para cima e novamente se encontrará solta(o) no espaço. Localize seu corpo e lentamente volte para ele, carregando as mensagens recebidas e agora, consciente do caminho a seguir.

Abra os olhos, espreguice e permaneça deitada (o) alguns instantes assim.

SEJA BEM-VINDA(O) AO MUNDO DOS VIVOS!

Este ensaio de morte, não é coisa fácil, mas a consciência da morte, pode nos ajudar a contentar-nos com fazer um pouco menos e um pouco mais devagar. Talvez o que realmente importa é aceitar de bom grado o que a vida nos oferece.

Não sabemos se ainda temos vinte, quarenta anos ou apenas um dia para pôr em prática o que quer que a vida nos oferece em sua agenda. Por isso, talvez não devêssemos lutar tanto pelos aplausos, porém mais pelo prazer e a graça da dança.

PENSE NISSO!



Texto pesquisado e desenvolvido por

Rosane Volpatto

A.Weegall : " The life and Times of Cleopatra ". Londres , 1914 .

M.Heim : " Cléopâtre ". París, 1962 .

- J.Benoist - Mechin : " Cléopâtre ou le Rêve evanoui ". Lausa ,1964.

M.Peyramoure : " Cleopatra " . Barcelona , 1959 .

- Enciclopedia Universal ilustrada , tomo XIII : " Cleopatra ".

FILMES BÍBLICOS...FÉ E AMOR AO CRIADOR.


O Nascimento de Jesus Cristo
Alexandre dos Reis



Introdução
Hoje vamos estudar sobre o nascimento de Jesus Cristo, que simbolicamente celebramos no dia 25 de dezembro, no Natal. A palavra Natal vem do latim e significa nascimento. O Natal não é uma celebração bíblica: não há nenhuma referência no Novo Testamento de cristãos celebrando o nascimento de Jesus Cristo. A data de 25 de dezembro começou a ser celebrada oficialmente como nascimento de Jesus por determinação do Papa Julio I (280-352 d.C). A idéia por trás da celebração era imprimir no coração das pessoas a importância do nascimento do Filho de Deus.
E, com o passar do tempo, muitos símbolos foram sendo acrescentados à festa de Natal, como árvores, presentes, velas, estrelas, cartões, comidas típicas, presépio, Papai Noel, etc. Atualmente acrescentamos, ainda, o 13° salário e o shopping center. Só que essas coisas, por mais legais que sejam, acabam ofuscando o nascimento de Jesus Cristo. É muito comum ouvirmos frases como: "Natal é paz", "Natal é esperança", "Natal é um mundo melhor", "O espírito do Natal vai te contagiar". Porém, eu acredito que, por trás dessas palavras, existem outros significados: "13° salário é esperança", "Fartura é um mundo melhor", "O espírito do feriado prolongado", "As comidas e as bebidas é que vão te contagiar". É verdade que, nessa época do ano, as pessoas se tornam mais religiosas e sensíveis, ouvimos mais histórias de perdão e as pessoas se tornam mais solidárias e humildes. Por outro lado, também vemos muita ganância e materialismo.
Para os cristãos, Natal é a celebração do cumprimento das profecias do Antigo Testamento.
Isaías 9:1-7
Aqui temos uma profecia, revelada 750 anos antes do Messias nascer, que fala da luz, da paz, da justiça e da retidão que ele traria. Vamos analisar o cumprimento de algumas dessas profecias no Novo Testamento.
1. Luz
João 1:4-5; 10-12; 8:12
Jesus é a Luz do mundo. Jesus é a Luz da vida. Jesus é a Luz dos homens. Jesus brilha nas trevas. A palavra luz é empregada em conexão com alegria, benção e vida. Em contraste, a palavra trevas é associada com adversidade, tristeza e morte.
O mês de dezembro é muito especial, pois é um tempo de reflexão. Um tempo para refletirmos sobre o poder da Luz em nossas vidas. É incrível pensar nas bênçãos espirituais, materiais e emocionais que recebemos neste ano por estarmos na Luz.
2. Príncipe da Paz
Ser Príncipe da Paz significa que Jesus é o chefe, o líder da Paz. Podemos verificar o cumprimento dessa profecia em Lucas 2:14, 29-32 e João 14:27, 16:33. Jesus veio trazer paz aos homens: a verdadeira paz, não uma paz exterior. Isso não significa que agora não iremos mais sofrer, que nossas dívidas nesse mundo serão esquecidas ou que tudo vai dar certo. A paz que Jesus veio oferecer é algo interior: paz para suportar as pressões do dia a dia sem se corromper moralmente. Somos muito pressionados no trabalho, em casa, por dívidas, por injustiças, pelos desafios da vida de solteiro e pela sexualidade! Essas coisas têm poder para tirar nossa paz e alegria de viver de vez em quando.
No entanto, Jesus disse: "Eu lhes disse essas coisas para que em mim vocês tenham paz". A verdadeira Paz só é alcançada por intermédio de Jesus. O príncipe da Paz diz muitas coisas na Bíblia para alcançarmos a verdadeira paz. Como anda o seu relacionamento com a Palavra de Deus? Essa semana eu tive dificuldades para passar tempo com Deus. Eu tive dificuldades para ouvir os conselhos de Jesus, passei pouco tempo com o Príncipe da Paz, acabei valorizando mais outras coisas. Como conseqüência a minha paz interior foi abalada e as consequências disso vieram: impaciência, culpa, insegurança, medo, dúvida e impureza. Eu aprendi a lição que somente o príncipe da Paz pode equilibrar minha vida.
3. Maravilhoso Conselheiro
Outra profecia em Isaías 9 é que o menino seria conhecido como o Maravilhoso Conselheiro. A idéia básica por trás desse conceito está em Provérbios 24:6: "Quem sai à guerra precisa de orientação e com muitos conselheiros se obtém a vitória." Jesus nasceu para se tornar o Maravilhoso Conselheiro. O cumprimento dessa profecia está em todo o evangelho. A sabedoria de Cristo nas parábolas revela o poder que há nas palavras do mestre. Jesus é o único conselheiro perfeito, que não erra nunca.
João 14:15-17; 25-26; 15:26-27; 16:7-8
O Maravilhoso Conselheiro está em nós para sempre. Ele ensinará todas as coisas, convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo. Imagine como seria o mundo se fosse dirigido pelos conselhos de Jesus Cristo. Na política não haveria corrupção. As famílias seriam estruturadas e unidas. Os casamentos iriam brilhar, os filhos seriam obedientes. Os namoros seriam puros. Não haveria fome. E tantas outras coisas. Lembre-se: "Com muitos conselheiros se obtém a vitória". Que o Maravilhoso Conselheiro seja seu orientador nesta vida.
O nascimento de Jesus trouxe muitas outras bênçãos para nossas vidas. Vamos aproveitar esse tempo de comemoração do Natal para refletirmos sobre como Jesus tem tocado pessoalmente nossas vidas.
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OS FILMES SÃO CRIADOS, MAS NOS TRAZEM UMA MENSAGEM REAL



''Titanic'' com DVD de luxo





Um dos filmes mais populares de sempre tinha uma das vers�es mais banais em DVD. Isso vai acabar em Outubro, quando o vencedor de 11 �scares �Titanic�, de James Cameron, com Leonardo DiCaprio e Kate Winslet, receber um tratamento �pico que vai at� aos quatro discos de coleccionador.
James Cameron, o realizador, em conjunto com a Paramount Home Entertainment e a Twentieth Century Fox Home Entertainment International, anunciaram esta quarta-feira o lan�amento de duas novas edi��es em DVD em Outubro, uma edi��o especial de dois discos e uma outra, edi��o de coleccionador, de quatro discos, ambas com novos extras.

Apesar da satura��o medi�tica (quantas vezes j� passou �Titanic� na televis�o), as novas edi��es agora anunciadas t�m material para provocar novas loucuras. A edi��o de dois discos ir� incluir vastas imagens nunca antes vistas, mas ser� a edi��o de coleccionador que mais dever� entusiasmar os fans mais devotos do filme, com a inclus�o de cenas apagadas, novos document�rios que lan�ar um outro olhar sobre a odisseia que foi realizar o �pico (tr�s anos de prepara��o), entre muito mais extras. �Titanic� ser� alvo de uma nova transfer�ncia de alta defini��o, 16x9 anam�rfico, com um �udio 6.1 Dolby Digital.


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Enviado por: Marvin
Data: 2005-03-16 12:35:06
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